A Dourada de tamanho que não procuro, merece um dedo no ar, brincalhão e antecedente do que se pretende passar com esta conversa de aniversário que se inicia com todos os leitores.
O peixe tem vindo a entrar com regularidade, de boa qualidade, embora ultimamente me tenham vindo a escapar os maiores exemplares que, não se têm conseguido capturar numa época e em pesqueiros que costumam frequentar, indicando talvez que a cegueira das Douradas pode não ser o estado de espírito ideal para capturas de outra monta. Não que estas não mereçam, mas sente-se a falta de "gente" mais encorpada.
Os anteriores pensamentos conduzem a algumas reflexões que há muito bailam cá pela massa cinzenta, fruto de muitas pescas, da observação dos comportamentos de amigos que comigo têm pescado, de outros que me comentam abertamente, ainda de alguns que acabam por comentar não tão abertamente e da auto avaliação que continuamente faço à minha forma de estar na pesca; tanto no que respeita aos relacionamentos com o seu mundo, quanto à acção propriamente dita.
Momento de aniversário é talvez momento de reflexão!? Não falo de balanço... parece-me demasiado sério, atendendo à actividade em causa.
Muitas fotos de peixe têm aparecido por aqui, a par com muitos dias de pesca, sendo que se tem tornado rara uma pesca em que algum peixe de qualidade não seja capturado. Não é presunção! Antes constatação de factos!
Em todos os relatos que se têm produzido, a vontade de ser verdadeiro relativamente à acção de pesca, à procura, ao fundeio, aos sinais fornecidos por sonda e por toques ao longo do dia, assim como as emoções despertadas; tudo tem sido escamoteado conforme o pensamento e a alma vagueiam sobre as experiências recentes, o que me faz sentir totalmente sincero sobre tudo o que aqui descrevo.
No entanto, vários receios me assolam... Será que estou a fazer bem? Será que estou a transmitir bem? Será que estou a induzir alguém em erro? Será que transmito uma facilidade que não é verdadeira?
No entanto, vários receios me assolam... Será que estou a fazer bem? Será que estou a transmitir bem? Será que estou a induzir alguém em erro? Será que transmito uma facilidade que não é verdadeira?
Talvez este último, entre outros, o que mais me preocupa, muito por observar que alguns dos meus amigos, parece entrarem no barco pensando que o sucesso da pescaria está garantido, o que, de facto, não corresponde minimamente à verdade!
É um dado adquirido que, a quem o quiser, mostro tudo aquilo que faço, empresto material, apoio nas montagens e nos problemas que sempre surgem, mas... e o comportamento de cada um em acção de pesca? E os momentos de paragem de capturas? E as quebras de ritmo daí decorrentes? E a dificuldade em retomar tal ritmo, mesmo quando os resultados aparecem ao lado? E a descrença nas capacidades próprias?
Como contrariar tudo isto?
Talvez contando as pescarias dos últimos dias: 13, 14, 15 e 16. Em cada um deles se verificaram diferenças, todos com boas capturas, mas em que os peixes caíram em iscadas diferenciadas, com especial atenção para 13, 15 e 16, em que pescámos precisamente no mesmo pesqueiro. Coisa rara mas necessária, caso se pretendesse perceber se as Douradas ainda lá andavam, o que era o caso, e atendendo às imagens de sonda e dos subsequentes toques que sempre mostraram a riqueza daquele fundo, indiciando capturas de monta. Mas vamos à descrição!
É dia 13, Quinta Feira! Saio de Setúbal, com o Fernando Soeiro, carregado para quatro dias, cheio de caranguejo na mala da carrinha, objectivos e sonhos na cabeça, em direcção a Sines, onde nos esperava o João Martins, já com a sardinha na mala e cabeça feita para mais um dia a bordo.
O barco fica a postos e saímos para um "mar de óleo",com vaga alta e espaçada, onde o Sol depositava raios brilhantes. Procuramos fundos ricos, peixes grandes e o gozo de mais um dia de mar.
O fundeio é certo, a sonda não engana, nem os toques que sucedem as primeiras descidas de iscas. São agressivos e indicadores de que vai subir peixe.
Iscas para baixo, iscas para cima e, o primeiro Pargo, para aí de quilo e pouco, é tirado pelo Fernando.
Os toques continuam e entram os Besugos que nos apoquentarão até ao final do dia, com entradas de Pargos entre o quilo e dois, aqui e ali, mal grado as tentativas de interessar maiores peixes. Que me desculpem aqueles que procuram Besugada e não a conseguem encontrar, mas aquilo foi demais!
As canas a subir e descer, acompanhando a altura das vagas, com baixadas iscadas de caranguejos inteiros, meias sardinhas e até, em desespero de causa, um Carapau pequeno, vivo, iscado no anzol de baixo, deu captura de Besugo, em anzol 6/0, como se pode ver!
Irritante... Poderá dizer-se!?
Estou arrependido, agora na frente do PC, de não ter iscado vivo um destes vermelhos e ver o que acontecia. Deveria andar peixe grande por ali!? No entanto, fica-se com a ideia que teriam muito por onde se alimentar e as iscas que lá colocávamos seriam muito pouco interessantes, atendendo à distracção dos pequenos esfomeados.
E esta foi a história dum dia em que alguns Pargos, não do tamanho que gostaríamos, conseguiram interessar-se pelas iscas, repostas ao minuto, antes que as "Bogas vermelhas de boca grande" as desfizessem.
Para a posteridade, aqui fica o testemunho dos Pargos do Fernando que entraram espaçados...
... assim como da totalidade da pescaria conseguida, entre as 11.00 e as 16.30!
Parece que ficámos chateados? Nem pensar!
No entanto, aquilo que queríamos não foi conseguido e não fora um ou dois sinais de toque de Dourada, pouco perceptíveis, poderia pensar-se que a época tinha terminado, mas eu não estava convencido!
A Sexta Feira acordou para um dia calmo, tanto ou mais que o anterior, em que eu e João Martins, decidimos pescar ali por perto, sair tarde e más horas e gozar cada momento.
Ainda assim, procurando os maiores e pescando não tão grandes na tentativa... dois Sargos de mais de quilo, uma Dourada pequena e quatro Pargos do tamanho dos Sargos, recompensaram-nos o esforço de concentração, mudanças de isca, pescas para baixo e para cima, ao ritmo alucinante do roubo quase imperceptível de iscas, sem nunca desistir de encontrar luta mais violenta através de caranguejos inteiros, descascados e partidos; posta de sardinha, por vezes duas em cada anzol, para não falar das meias sardinhas; alternando sempre: sardinha... sardinha... sardinha; caranguejo... caranguejo e outra vez sardinha; esperando continuamente aquele ataque que não se chegou a produzir.
Chegámos ao fim, satisfeitos por tudo termos feito, sem nunca desistir na procura do que queríamos, sem sentir as dores nos pés e o cansaço que só na hora em que nos esticamos se revela. Até lá, não há tempo! Temos de comer, degustar, analisar cada momento e ainda falar sobre o que fazer no dia seguinte, onde me juntaria ao Raimundo, ao Pedro e ao Victor que este ano ainda não tinham tocado nas Douradas e que, eventualmente, não tocariam!? Mas a teimosia dizia-me que devia ainda procurá-las! As provas não eram suficientes para achar que a época de concentração já teria terminado, tanto pelos toques que tinha sentido na Quinta Feira, em zona delas, quanto pela única capturada neste dia, em zona pouco fiável mas com boas características.
Sábado seria de voltar a insistir... Talvez os meus amigos tivessem uma surpresa!?
Mais uma manhã calma, com nevoeiro que fez o favor de se dissipar, enquanto preparávamos as canas, entre conversas sobre as pescas anteriores que aumentavam a vontade de acção, iluminando as mentes com lutas duras de peixes a preceito.
O pesqueiro de Quinta Feira, surgiu na imagem de sonda, procurando eu a melhor forma de abordar o fundeio com o intuito de cair na zona supostamente mais quente e após ter percebido pelo traço do GPS que o rumo da deriva aproaria o barco a N/NE.
A vaga continuava alta e larga, permitindo pescar bem, mas, obrigando a acompanhar as subidas e descidas com o inverso movimento da cana, de modo a manter a chumbada no fundo e as iscas quietas, aguardando os ataques esperados.
Os Besugos são outra vez os primeiros a subir, embora sem a agressividade da última visita ao pesqueiro. Este comportamento faz-me pensar que as coisas estão diferentes, avisando os companheiros de tal.
Entram um ou dois Parguitos de quilo, espaçados no tempo, assim como os Besugos que vão subindo por aqui e por ali. Acontece um espaço sem capturas, embora com roubos contínuos de isca.
Uso sardinha continuamente e intervalo com caranguejo descascado e partido ao meio, aconselhando o pessoal a insistir e diversificar, realçando o trabalho da sardinha enquanto elemento engodador para além de excelente isca e esperando que não esmoreçam por não se estarem a conseguir capturas. Isto porque, a timidez dos roubos poderia ser um indicador de que algo maior poderia andar por ali... não me engano! Ao fim de algum tempo, com uma iscada de caranguejo partido, sinto aquele primeiro toque leve, intervalo, dois pequenos toques secos e ferro alto, sentindo de imediato que a guerra tinha começado com a primeira luta inconfundível de Dourada.
Não era grande, mas brinquei com a foto pressagiando aos meus companheiros que certamente não seria a única
A Sexta Feira acordou para um dia calmo, tanto ou mais que o anterior, em que eu e João Martins, decidimos pescar ali por perto, sair tarde e más horas e gozar cada momento.
Ainda assim, procurando os maiores e pescando não tão grandes na tentativa... dois Sargos de mais de quilo, uma Dourada pequena e quatro Pargos do tamanho dos Sargos, recompensaram-nos o esforço de concentração, mudanças de isca, pescas para baixo e para cima, ao ritmo alucinante do roubo quase imperceptível de iscas, sem nunca desistir de encontrar luta mais violenta através de caranguejos inteiros, descascados e partidos; posta de sardinha, por vezes duas em cada anzol, para não falar das meias sardinhas; alternando sempre: sardinha... sardinha... sardinha; caranguejo... caranguejo e outra vez sardinha; esperando continuamente aquele ataque que não se chegou a produzir.
Chegámos ao fim, satisfeitos por tudo termos feito, sem nunca desistir na procura do que queríamos, sem sentir as dores nos pés e o cansaço que só na hora em que nos esticamos se revela. Até lá, não há tempo! Temos de comer, degustar, analisar cada momento e ainda falar sobre o que fazer no dia seguinte, onde me juntaria ao Raimundo, ao Pedro e ao Victor que este ano ainda não tinham tocado nas Douradas e que, eventualmente, não tocariam!? Mas a teimosia dizia-me que devia ainda procurá-las! As provas não eram suficientes para achar que a época de concentração já teria terminado, tanto pelos toques que tinha sentido na Quinta Feira, em zona delas, quanto pela única capturada neste dia, em zona pouco fiável mas com boas características.
Sábado seria de voltar a insistir... Talvez os meus amigos tivessem uma surpresa!?
Mais uma manhã calma, com nevoeiro que fez o favor de se dissipar, enquanto preparávamos as canas, entre conversas sobre as pescas anteriores que aumentavam a vontade de acção, iluminando as mentes com lutas duras de peixes a preceito.
O pesqueiro de Quinta Feira, surgiu na imagem de sonda, procurando eu a melhor forma de abordar o fundeio com o intuito de cair na zona supostamente mais quente e após ter percebido pelo traço do GPS que o rumo da deriva aproaria o barco a N/NE.
A vaga continuava alta e larga, permitindo pescar bem, mas, obrigando a acompanhar as subidas e descidas com o inverso movimento da cana, de modo a manter a chumbada no fundo e as iscas quietas, aguardando os ataques esperados.
Os Besugos são outra vez os primeiros a subir, embora sem a agressividade da última visita ao pesqueiro. Este comportamento faz-me pensar que as coisas estão diferentes, avisando os companheiros de tal.
Entram um ou dois Parguitos de quilo, espaçados no tempo, assim como os Besugos que vão subindo por aqui e por ali. Acontece um espaço sem capturas, embora com roubos contínuos de isca.
Uso sardinha continuamente e intervalo com caranguejo descascado e partido ao meio, aconselhando o pessoal a insistir e diversificar, realçando o trabalho da sardinha enquanto elemento engodador para além de excelente isca e esperando que não esmoreçam por não se estarem a conseguir capturas. Isto porque, a timidez dos roubos poderia ser um indicador de que algo maior poderia andar por ali... não me engano! Ao fim de algum tempo, com uma iscada de caranguejo partido, sinto aquele primeiro toque leve, intervalo, dois pequenos toques secos e ferro alto, sentindo de imediato que a guerra tinha começado com a primeira luta inconfundível de Dourada.
Não era grande, mas brinquei com a foto pressagiando aos meus companheiros que certamente não seria a única
E não foi!
Ao longo de todo o dia, com paragens pelo meio, mas sem que ninguém desistisse de manter o pesqueiro activo, trabalhando as iscadas de sardinha e caranguejo em alternância de género e forma e mantendo o entusiasmo em alta, mesmo quando as capturas se espaçavam um pouco mais; lá fomos enchendo a arca de bom peixe e, mais uma vez, até ao limite de capturas permitido por lei.
Deixo-vos alguns resultados.
A maior do Pedro:
Uma do Raimundo:
Outra vez o Pedro... agora com um Pargo:
Ainda o Victor... Com mais outra:
Mais uma vez o Raimundo... mostrando um bom exemplar de Sargo:
E para compor o ramalhete, eis que também um Sargo Veado se juntou à festa, pela mão do Victor:
Uma boa pescaria onde, por várias vezes, parecia que tudo tinha acabado, mas, por força da insistência e diversificação na acção de pesca, ao ponto de já nem se saber bem o que iscar e como o fazer, tudo recomeçava a espaços. Problema por vezes, foi conseguirmos manter os níveis de atenção e a crença no pesqueiro
Não se pense que foi fácil... muita gente que conheço e, eventualmente muitos que não conheço, não teriam aguentado espaços de quase uma hora sem tirar um peixe e teriam mudado de pesqueiro. Mais uma vez, importa insistir sobre os sinais... e eles estavam lá!
Depois... o comportamento adequado dos pescadores, em conjunto com materiais a condizer, faz o que falta.
O Domingo já se esperava e a decisão de voltar a este pesqueiro parecia ser a mais adequada, embora a minha tendência de testar outros locais, antes de voltar a um anteriormente produtivo, me pressionasse em contrário. Logo se veriam as condições do dia, pensei antes de me deitar e após jantar técnico no Zé Beicinho, na companhia do João e do Miguel, onde discussões francas e acesas sobre o valor desportivo versus gastronómico do Besugo, estiveram na ordem da noite.
O Domingo apresentou-se com algum vento de S/SE e vaga de W/NW, mais baixa e menos espaçada que nos dias anteriores, originando movimentos chatos do barco, decorrendo de tal algum desconforto em acção de pesca. Quanto aos sinais... estavam lá todos, embora no que respeita aos toques, tanto a baixa agressividade destes, quanto os movimentos do barco, contribuíam para aumentar a dificuldade de sentir. Já a velocidade do roubo de iscas, tinha aumentado significativamente, indicando talvez pesqueiro demasiado engodado e consequentemente a existência de muito peixe miúdo.
Foi duro... muito duro!
Eu, o Nuno, o João e o TóZé, trabalhámos continuamente, mudando iscas, formas de iscar, ora acelerando ora desacelerando, mas nada acontecia, para além dos sinais que se mantinham em alta.
Subiram Safias e Choupas gradas, mas não era o que queríamos.
Já por volta do meio dia, entraram um ou dois Parguitos e decidimos insistir em iscadas de caranguejo inteiro, com casca e com o anzol escondido no seu anterior, tentando que pela sua rijeza, tivessem tempo de interessar algum peixe de maior porte. E "elas" entraram... espaçadas; obrigando a trabalhar com sardinha e intervalar com o caranguejo inteiro, caindo uma aqui, outra ali, num total de oito, à mistura com alguns Parguitos e muito solavanco, antes que chegasse o fim da jornada. Mais uma, sofrida mas compensadora, indicando-nos que talvez tenhamos acordado tarde para o ritmo e forma de iscar exigidos pelos comportamentos do peixe neste dia.
Cá estão alguns dos exemplares!
Uma minha:
O Domingo apresentou-se com algum vento de S/SE e vaga de W/NW, mais baixa e menos espaçada que nos dias anteriores, originando movimentos chatos do barco, decorrendo de tal algum desconforto em acção de pesca. Quanto aos sinais... estavam lá todos, embora no que respeita aos toques, tanto a baixa agressividade destes, quanto os movimentos do barco, contribuíam para aumentar a dificuldade de sentir. Já a velocidade do roubo de iscas, tinha aumentado significativamente, indicando talvez pesqueiro demasiado engodado e consequentemente a existência de muito peixe miúdo.
Foi duro... muito duro!
Eu, o Nuno, o João e o TóZé, trabalhámos continuamente, mudando iscas, formas de iscar, ora acelerando ora desacelerando, mas nada acontecia, para além dos sinais que se mantinham em alta.
Subiram Safias e Choupas gradas, mas não era o que queríamos.
Já por volta do meio dia, entraram um ou dois Parguitos e decidimos insistir em iscadas de caranguejo inteiro, com casca e com o anzol escondido no seu anterior, tentando que pela sua rijeza, tivessem tempo de interessar algum peixe de maior porte. E "elas" entraram... espaçadas; obrigando a trabalhar com sardinha e intervalar com o caranguejo inteiro, caindo uma aqui, outra ali, num total de oito, à mistura com alguns Parguitos e muito solavanco, antes que chegasse o fim da jornada. Mais uma, sofrida mas compensadora, indicando-nos que talvez tenhamos acordado tarde para o ritmo e forma de iscar exigidos pelos comportamentos do peixe neste dia.
Cá estão alguns dos exemplares!
Uma minha:
Outra do Nuno!
Nenhum das jornadas relatadas foi fácil!
Em todas tivemos momentos de captura e grandes espaços com roubos de isca, mas sem peixe a subir. É o preço que se paga se quisermos lutar com melhores exemplares, levando-nos muitas vezes a esmorecer, pensando que não é o dia... não é o pesqueiro... estamos sem sorte e tantos outros conceitos, muitas vezes incorrectos que vamos adquirindo naqueles momentos menos profícuos.
Na verdade, os resultados obtidos nas pescarias que vos relato, parecem indicar que o factor sorte têm a intervenção diminuída, ao contrário dos factores: pensar a pesca, diversificar, insistir e acreditar que estamos a fazer bem.
Resta saber se, em qualquer outro pesqueiro, com outro tipo de acção/técnica, não se encontrariam aqueles mesmo grandes!? Certamente que sim! Há que procurá-los e agir por lá!
As anteriores reflexões, fruto da oposição entre o que vou conseguindo e o que quero conseguir, pretendem deixar claros os conceitos que preconizo, balançando entre probabilidades assentes em provas dadas e no desconhecimento do que poderá acontecer nos locais onde não pesquei, nas iscas e técnicas que não usei. Mas, algum destes dias vou usar... e depois conto.
Neste 4º. aniversário, em que mais uma vez me sinto bem quanto ao que por aqui vou produzindo, algumas questões se me colocam:
O que encontrarão os leitores por aqui?
A facilidade do peixe já capturado em formato foto, ou as dicas implícitas e explícitas que julgo deixar por aí?
E já agora... acreditam? Se sim... em quais acreditam mais?
Não liguem muito às questões, só reflectem um estado de espírito a cair para a brincadeira.
Está na hora de brindar, desejando que me continuem a acompanhar por mais um ano.
Como o mundo está... é melhor não pedir mais.
Tchim... Tchim...
PS: O aniversário é só dia 23 de Janeiro, mas por estar ocupado nessa data, não poder pescar até lá e para não deixar passar o momento do relato, fica já assinalado!
Não me parece grave, pois mesmo que algo me acontecesse, certamente o blogue perdurará para além dessa data.
