sábado, 19 de dezembro de 2009

Feliz e "Dourado" Natal! Um Próspero Ano Novo!

A quadra está aí, na sua plenitude.

É tempo de cumprimentar e de desejar o bem, pena que não seja assim todo o ano mas, se fosse, certamente tornar-se-ia vulgar, perdendo-se talvez o misticismo e eventualmente a vontade de estar continuamente de bem com tudo e com todos, assim como a tolerância, características próprias do momento.

A todos os leitores, deixo os meus votos de Feliz Natal e Próspero Ano Novo, oferecendo-vos a imagem simples de abertura, o presépio com as figuras inquebráveis que a minha neta terá como primeiras e poderá manusear à vontade, no primeiro Natal em que já algo percebe, podendo assim ouvir as histórias que lhe vou contando a partir de cada figura escolhida pela sua mão, aprendendo talvez a respeitá-las.

Mas não vos quero deixar sem prenda!

Por isso e atendendo a que, entre trabalho acrescido de final de período lectivo e condições climatéricas adversas, a nossa pesca parece estar longe; vou deixar-lhes o meu presente de Natal na forma de uma análise sobre as últimas quatro pescarias cujo objectivo foi: obviamente... Douradas!

Tudo começou no dia 28 de Novembro, com a pescaria contada na última entrada, da qual não resisto a colocar a foto abaixo, outra, da dupla tirada pelo João. Depois, seguiram-se outras, respectivamente nos dias 8, 12 e 13 de Dezembro; sempre com capturas no limite do peso legal mas com características diferentes, principalmente no que respeita às variáveis: pesqueiros, iscas mais produtivas, estado do mar, hora de maior intensidade de capturas e concentração de barcos em acção de pesca na zona.

Depois da pesca de dia 28 de Novembro, intensa constante e frutuosa, num pesqueiro onde só se encontravam três barcos, bastante afastados entre si e onde, quer a Sardinha quer o Caranguejo fizeram "estragos", talvez com preponderância para a Sardinha no que aos maiores exemplares respeitou; tudo se alterou nas pescas seguintes.

No dia 8 de Dezembro fui com o Zeca e o Vira, sabendo de antemão que o pesqueiro a Sul, onde tinha pescado na última vez, estava repleto de barcos; decidimos ir para Norte, para a calma e isolamento que também fazem parte da pesca.

A sonda trabalhou, o fundo rico apareceu com marcação conhecida e, depois dos trabalhos de fundeio, iniciámos a pesca sentindo de imediato roubos conhecidos.

Entraram os Pargos de quilo e logo a seguir as "Primas", escolhendo elas unicamente o Caranguejo enquanto a eles tudo servia... Caranguejo, Sardinha e Bomboca estavam em igualdade de circunstâncias para estes "Glutões".

O barco mexia-se um pouco com as variações de vento sendo que, quando se aproximava da pedra, entravam os Pargos; e, quando se afastava, entravam as Douradas com o aspecto desta que o Vira mostra.

Foi um dia sui generis nesta pesca. Entraram mais Pargos que Douradas, pensando eu que tal se deveu ao fundeio. Acho que ficámos demasiado perto da pedra forte mas, como o peixe subia continuamente, instalaram-se aquelas interrogações: mudo, não mudo? "Eles", estão sempre a entrar; "elas", entram de vez em quando. Será da hora? Vou mudar e depois... Como vou saber porque foi? E mesmo que não mude... Chegarei a saber as razões?
Acabámos por decidir ficar!
Entrou uma à minha pesca e logo a seguir outra ao Zeca... A coisa compunha-se!
A pesca chegou ao fim, com almoço pelo meio... Aquela Carne Frita, macia, com bocadinhos de pimentão, um toque de limão e uns camarõezitos pelo meio, tudo envolto na banha da fritada na quantidade certa e o pão... Obrigado à Rosinda, a mulher do Zeca que faz a melhor carne frita que alguma vez degustei!

Patuscada à parte, talvez se possa dizer que mudando de pesqueiro ou descaindo o barco mais para o limpo, talvez as capturas tendessem para o lado das Douradas, mas isso, só depois da pesca se pode alvitrar e, aconteceu... A tendência manteve-se, levando-me agora a pensar que talvez tenha sido mesmo do fundeio, muito pelos resultados das pescas seguintes.

O fim de semana de 12 e 13 aproximava-se e as notícias indicavam que para Norte os resultados eram fracos, sendo que a concentração quer de barcos quer de Douradas tinha encontrado o seu poiso na zona de Sul onde tinhamos feito a primeira pesca (a de 28/Nov.). Sou sincero! Se estivesse sózinho não ia para lá! Preferiria procurar um pesqueiro característico e com menos barcos em acção de pesca, apostando aí! Se apanhasse... Apanhava! Se não... Paciência!
Mas, estas experiências obrigam a gastar tempo, sondar, arriscar... Não gosto muito de o fazer quando levo pessoal amigo que tem poucas oportunidades de pescar, correndo o risco de, caso não dê, ficar tudo a pensar: ah e tal... Se temos ido para lá, onde todos estavam, na volta, até apanhávamos...

O que vos posso dizer é que: ainda bem que assim decidi! Não porque tivesse receio do insucesso em outro pesqueiro mais ao meu jeito mas, pelas características que envolveram o desenrolar da pesca nestes dois dias.
O 12 e o 13 de Dezembro revelaram-se quase idênticos: vaga alta, vento desencontrado com a vaga, incómodo de manhã e a acalmar para a tarde, no primeiro; quase sempre incómodo no segundo!
Uma coisa é certa, tanto num dia como no outro, "elas" só entraram às iscas por volta das onze e tal... Meio dia, aumentando o ritmo de capturas, em simultâneo com uma aguagem para SE que invariávelmente se iniciou por volta da uma hora.
O ritmo de capturas era intenso e, se no primeiro dia ainda deu para passar noutro pesqueiro procurando por exemplar maior, no segundo dia, às duas da tarde já o limite legal tinha sido atingido, obrigando-nos a tornar cedo ao porto.
O Letras a testemunhar os momentos mais intensos de dia 12:

Considerando o que atrás referi sobre o acerto na escolha do pesqueiro, quer num dia quer no outro, imagine-se que tinha ido para outro local, sondado e encontrado o que queria, fundeando... Se as Douradas também resolvessem cair às iscas só a partir das onze e tal, num pesqueiro sem ninguém, certamente o pessoal que ia comigo iria esmorecer e deixar de acreditar que "elas" andassem por ali, embora a sonda o indicasse. A acontecer, estava meio caminho andado para o insucesso da jornada, tendo em conta que, se não acreditamos, tendemos a perder o entusiasmo e consequentemente a minimizar o empenho e o ritmo da acção de pesca.

Nada que se pareça com as fotos que se seguem, indicadoras de actividade contínua e do sucesso da pescaria do segundo dia.

O Zé Beicinho, com uma das duplas:

O Zeca com outra Dourada:

E eu... Também a fazer o gosto ao dedo na fase mais intensa de pesca.

Com tudo isto, continuo a dizer que, pessoalmente e em caso de ter ido a solo, procuraria outro pesqueiro, longe da multidão; certificava-me que as características de fundo, correspondiam em dureza, profundidade, configuração e marcação de peixe; e, apostava! Ainda o quero fazer este ano! Vamos ver se as condições o permitem!?

Analisando estas quatro saídas, no que à pesca de Douradas diz respeito, fico a pensar:

1. As variáveis que se mantiveram constantes foram:

- O tipo de fundo, macio e encostado ao início de um pontão;

- A profundidade, sempre entre os 63 e 66 metros. Foi onde se encontraram, embora pudesse ser mais fundo. Em profundidades inferiores, nesta altura do ano, as probabilidades de "as" encontrar costumam diminuir significativamente.

- A marcação de peixe na sonda, uma linha aí com uns 3 mm de espessura, colorida a amarelos, verdes e laranjas, encostada ao fundo, partindo do fim do pontão e alongando-se pela embeirada e terreno limpo; e, as baixadas, sempre as que já por aí tenho descrito.

- A variação das formas de iscar sempre que existissem interrupções de capturas, em determinados momentos.

- A cooperação a bordo em termos de apoio nos momentos de "empachanços", "arrochanços", ponteiras partidas, iscadas mais produtivas... Versus, cada um tentar capturar mais peixe que o parceiro do lado.

- A quantidade e qualidade das capturas que, embora variando um pouco no 2.º dia, não me parece poderem retirar-lhe o sucesso.

- Os exemplares acima de dois quilos não se capturaram, embora os tivéssemos tentando variando iscadas, subindo a baixada acima do fundo ou atirando-a para mais longe. Se calhar estavam noutro lugar, mais calmo ou, quem sabe, estivessem por ali e preferissem qualquer outra coisa que por lá estivesse.

2. As variáveis inconstantes foram:

- Em nenhum dos dias fundeei no mesmo pesqueiro, embora nos 1.º, 3.º e 4.º tenha fundeado em pesqueiros na mesma zona muito por, aqueles em que antes tinha estado, estarem ocupados.

- O Caranguejo que, no 1.º dia, partilhou em pé de igualdade o sucesso com a Sardinha, tendo esta, em alguns momentos, capturado os maiores exemplares; revelou-se nos outros dias a única isca fiável.

- No 1.º e no 2.º dia, estivemos a pescar sem outras embarcações por perto; no 3.º e no 4.º aquilo parecia um encontro de embarcações, embora respeitando distâncias de fundeios da ordem dos 100 a 200 metros.

- As horas mais produtivas que nos primeiros dias não se evidenciaram, capturando-se com alguma regularidade ao longo de todo o tempo de pesca; revelaram-se após as onze horas, nos dois últimos dias sendo que, até a esta hora, só esporadicamente entraram uma ou duas Douradas.

- Nos dois últimos dias o mar esteve com mais vaga e mais incerto em termos da intensidade do vento que nos restantes, obrigando-nos a ter maior atenção aos toques sorrateiros, à manutenção da chumbada no fundo e obrigando para tal a que acompanhássemos os movimentos da vaga com o subir e baixar da cana, dificultando consequentemente os actos de sentir e ferrar.

- A aguagem que se fez sentir nos últimos dois dias e que correspondeu, em simultâneo, a um aumento de capturas, embora antes da sua entrada já se capturasse num ritmo interessante.

- As canas parabólicas mais macias que, nos dois primeiros dias, com menos vento e vaga, provaram bem; nos restantes, com o aumento da vaga e do vento, apresentaram grandes dificuldades nas capturas face às parabólicas progressivas mais rijas.

Acabei de produzir estas reflexões! É Domingo, dia 20 de Dezembro de 2009 e interrompi a escrita para irmos jantar, eu e a minha mulher. Comemos, conversámos e, enquanto fazia o café e olhava a chuva e o frio que fazem lá fora, pensava para comigo:

Agora vou "descascar" todas aquelas variáveis de que falei! Mas, enquanto a água fervia e pensava nelas, lembrei-me que as variáveis inconstantes podem ter tido muito pouca importância para os resultados obtidos... Senão vejamos:

Escolheram-se pesqueiros diversos, zonas diferentes, houve aguagem, o mar esteve diferente, pescámos no meio da multidão e isolados mas, com toda esta diversidade de condições... Tivémos sempre sucesso; mesmo com aguagens que levavam os engodos dos outros no sentido oposto ao local onde estávamos. Então o que importou afinal?

Inclino-me sinceramente para as variáveis constantes, ou seja:

1. A escolha do pesqueiro, considerando o que as Douradas procuram nesta época do ano. Não esqueçamos que, embora diferentes, as características dos pesqueiros foram sempre as mesmas ou muito parecidas.

2. A marcação de peixe visualizada na sonda, idêntica em qualquer dos pesqueiros escolhidos.

3. As baixadas, sempre efectivas em qualquer das condições existentes. Salvaguardo neste caso que outras pudessem obter melhores resultados, mas... Não experimentámos, nem tivémos ou arranjámos tempo!

4. As variações de iscadas quando as capturas se interropiam.

5. A contínua troca de informação sobre toques e iscadas de sucesso a par com a entreajuda em momentos em que as coisas não correram bem a algum de nós.

Considerando as reflexões produzidas, pode talvez dizer-se que o conhecimento dos fundos, o conhecimento sobre os hábitos das espécies, a escolha do material adequado, a cooperação a bordo, a leitura dos sinais em acção de pesca, a prática intensa, a confiança nestes conceitos e o contínuo colocar em causa de tudo isto, excepto a cooperação a bordo; são certamente conceitos de sucesso nesta nossa actividade espectacular, na generalidade, e, na pesca às Douradas, em particular.

A reflexão sobre estes quatro dias fica por aqui, embora com o receio de que algo tenha passado ao lado mas, se passou, só têm que conversar comigo... Certamente analisaremos o que estiver omisso e completaremos esta prenda que vos ofereço com aquela insegurança que sempre se apodera de nós quando esperamos que o nosso melhor amigo(a) goste daquilo que escolhemos para ele(a), no aniversário ou no Natal.

Boa noite a todos os leitores

16 comentários:

Nuno Paulino disse...

De facto casualidade e sorte pouco tem a ver com os resultados que alcanças. Se duvidas houve-se, com toda esta análise, ficariam desfeitas.
Feliz natal para ti e para todos os teus.
Nuno Paulino

marco disse...

Ora viva,

não sabia que elas ainda andavam bem acessiveis !
Bom sinal, ou seja pescar até ao limite para não "pescar" nenhuma multa, vai lá vai...encher o cesto em 3 horas de pesca é BOM.
Já agora os próximos mêses Jan e Fev aí por essa zona não é bom para o Robalo?
Caso seja como é a pesca? Com pilado? Peixe vivo?

Votos de um feliz NATAL e um óptimo 2010 cheio de SAÚDE da BOA.

Cumpts.
Santana

Anónimo disse...

Partilho totalmente a opinião do Nuno.
No Makaira nada acontece por acaso. A hora da largada, o destino, a leitura da sonda e respectivo fundeio, a coisa tem que se lhe diga.
Os resultados, esses, vamo-los conhecendo, compartilhando e congratulando.
Desejo-te e a toda a família um óptimo Natal e que 2010 te traga tudo o que desejas

Vira Soares

Ernesto Lima disse...

Viva Pessoal!

Grato pelos comentários!

Quanto ao Nuno e ao Vira, posso dizer que o que se tenta é diminuir a influência do factor sorte, tudo indicando que tal é possível.
Não nos podemos esquecer que o dito factor pode diminuir proporcionalmente ao aumento do conhecimento que, para além do que se ouve e se lê, parece encontrar a sua mais valia na prática contínua com o objectivo de aprender colocado antes do objectivo de capturar.

Quanto ao Santana:

É verdade Santana! É bom para o Robalo de todas as maneiras que indicou, mais Spinning e Jigging!
Mais uma vez, a dificuldade será aliar a técnica escolhida ao pesqueiro, condições de mar... Etc..

Aí está algo que anda em fase de estudo! Muito há para aprender!

Abraço e Bom Natal para todos!

Ernesto

Anónimo disse...

Viva Ernesto,

Acho que neste tipo de pesca, bem como nas outras modalidades , o que é mais importante é saber ao que se vai e ir preparado para tal , e penso que o Ernesto domina isso perfeitamente.
Ás vezes tem que se improvisar devido ao que vamos encontrando ao longo da jornada, mas isso é o que torna a pesca aliciante e imprevista , que são os factores que nós não podemos dominar , só adaptarmo-nos.

Continuação de boas pescarias em boa companhia.

Um abraço e Festas Felizes,

Luís Guerreiro

Anónimo disse...

1A REFLEXAO MINHA:nesses dias de pesca quando há muito peixe pequeno todo do mesmo lote/kg e não entra durante horas MAIOR!?ou sinal de maior ?! é porque há muito pequeno e nao deixa o grande comer: (penso que quando acabar as pequenas virao as grandes .essa zona é quente vale a pena insistir ,,visto que no fundo existe muitas hormonas ha muito tempo nessa zona o cheiro ta la as grandes virao/ atras do cheiro,ou perto dessa zona andaram as GRANDES JUNTO COM CARDUMES DE DIMENDOES MAIS PEQUENAS(PRA TER OPORTUNIDADE PRA COMER) TALVEZ + NO LMPO JUNTO COM 1 CARDUME + PEQUENO ANDASSE GRANDE?!.QUANTO AO PEIXE COMER AS 11 CHAMA SE A HORA DO PEIXE COMO VC SABE (COMO NÓS HUMANOS TEMOS HORAS PRA COMER E POR VEZES NAO TEMOS. OS BICHOS SAO ASSIM POR VEZES TÊM HORAS PRA COMER E POR VEZES COMEM Á BRUTA A QUALQUER HORA .ABRAÇO E BOAS FESTAS PARA TODOS

Ernesto Lima disse...

Viva Luís!

Grato pelo comentário!

Dominar, não sei se domino? Mas que tento... Tento! Lol

Quanto às inprovisações, tem toda a razão! Por vezes são elas que nos salvam!

Abraço e Boas Festas!

Ernesto Lima disse...

Viva Sr. Anônimo!

A reflexão que teve o cuidado de fazer, parece-me bem e revela horas nesta nossa actividade!

Quanto às grandes andarem por lá à procura de oportunidade de comer... Já me parece que, se não comem, é porque não as conseguimos interessar com o que quer que lá estejamos a colocar, ou pela forma como estamos a colocar ou no local em que estamos a colocar...

Se estiverem interessadas, penso que as pequenas obrigatoriamente lhes terão de dar espaço.

Inclino-me mais para que andem a comer fora da confusão tudo o que se manda para baixo e que fica a pairar na água, patas de Caranguejo, restos de isca... Nós esquecemo-nos disso e não tentamos nada do género porque estamos a sentir lá ao fundo... Vamos ver!? Se lá estiverem, não perdem pela demora! é só o tempo deixar, só que esta onda de vento e mau mar está difícil de parar.

Abraço e Boas Festas

Ernesto

Anónimo disse...

Viva Ernesto
Uma bela prenda!
Retribuir pela minha parte será talvez dizer-lhe que fica para sempre na memória pescar no seu barco, na sua companhia e de outros amigos seus/nossos.
A prenda bem descodificada é mais uma grande lição de pesca. Tem sumo, é só saber espremer o texto.

Quanto à sua análise há ainda para mim factores constantes a não menosprezar - o Makaira e o ambiente que nele se vive e sobretudo um mesmo pescador nos 4 casos - o Ernesto.
Quem o vá conhecendo percebe que na sua pesca tudo começa a ser sonhado e preparado com muita antecedência, que toda a informação disponível vai sendo tratada ao pormenor no sentido de estar delineada a estratégia e os cenários alternativos à saída.
"O que se vai fazer" e "como", está traçado. Depois são a leitura e a interpretação permanentes dos sinais e os ajustes tácticos.
Os célebres jantares de Sines são a prova disso, há boa comida, brincadeira mas também o balanço sério do dia de pesca e o estudo meticuloso da jornada que se segue.
O que se aprende ali!
Daí que não me surpreenda o sucesso "fácil" e repetido da sua pesca.

Um Bom Natal para si e para os seus e um 2010 cheio daquilo que desejarem.
João Martins
.

Ernesto Lima disse...

Viva João!

Grato pelo comentário!

Quanto aos factores, bem... Os objectivos da pesca, a consonância/cooperação entre eles e todos os que vão a bordo e o ambiente que se consiga criar, são por si só, na minha opinião, meio caminho andado para o sucesso duma jornada com ou sem capturas de nota.
Quanto às constantes pescador e barco, são uma simbiose que tem de lá estar. Ehehehe...

amorim disse...

Votos de que passes um Bom Natal cheio de harmonia junto da familia, e que o novo ano te continue a encher de saude, para fazeres o que mais gostas e continuares a deliciar quem gosta de ler o que escreves.

Bem hajas pelo ser humano que és!

Amorim

Anónimo disse...

Olá Ernesto!

Continuação de um Bom Natal e um 2010 cheio de saúde e de boas proas! Continua com este teu espaço que ele é uma referência para muitos de nós!

Abraço, Luis (AE Paulo da Gama)

Ernesto Lima disse...

Viva Pessoal!

Ao Amorim e ao Luís:

Grato pelos comentários e pela Vossa lisonjeira e exagerada opinião sobre a minha pessoa! Ehehehehe.

Abraço

Ernesto

Anónimo disse...

Olá Ernesto!
O tempo assim mau é bom para isto, para a malta ler e manter-se informado sobre pesca, para além de pensar futuras pescarias e analisar sucessos e insucessos. E para isto tudo, este blogg não é bom, é fantástico. Tenho andado (ontem e hoje) a ler posts antigos e realmente está aqui tudo num nível altíssimo. Obrigado por isso! Quando compramos revistas que dizem pouco ou nada, e aqui temos tão boa informação, sentimos a dívida que temos para ti. Obrigado por este post e por todos os outros.
Votos de um ano cheio de saúde para ti e para os teus e que nunca percas a vontade e a capacidade de nos mostrar o que é a pesca.
Abraço
João Carlos Silva

Ernesto Lima disse...

Viva João!

Grato pelo comentário!

É fácil, se quisermos só dizer aquilo que fazemos, porque o fazemos, pensar entretanto sobre isso e continuar a aprender sem querermos ter toda a razão ou ser melhor que qualquer outro.
Os resultados... compensam-nos!

Quando falo em resultados, claramente, não me refiro só a capturas.

Abraço e Bom Ano!

Ernesto

Ernesto Lima disse...

Viva João... Outra vez!

Falta dizer que o que vos mostro é "a minha pesca"!

A "Pesca"... É enorme!