A saída para o mar é sempre um momento diferente, indescritível... os cheiros, as cores da manhã, a contemplação de tudo, a conversa com a campanha, as estratégias já definidas, a fé de pescador... todo um conjunto de sensações e pensamentos que se entrecruzam, colocando um sorriso nos lábios do pensador, em simultâneo com o arredar de outras ideias, outros pensamentos que, fazendo parte do dia a dia, por desagradáveis, caem em alguma "caixinha", em algum canto recôndito, de onde tornarão a sair em qualquer outro momento, qual génio da lanterna de Aladino que em vez de dar... tira!
Vá de retro Satanás! Vamos sair para a pesca!
Só vejo o mar, só penso na rota, nos pesqueiros que vou testar, nos peixes que vou perseguir... tudo o resto vale pouco... ou nada!
Olho em volta, penso em quem comigo embarca, sinto as suas ideias, as suas vontades, os seus desejos de pesca... é hoje que vai entrar aquele ou, quem sabe, aqueles!? Vamos ver!?
E, se não entrar, paciência! Eles estão no mar e a nossa hora chegará mais cedo ou mais tarde!
Importa mesmo é estar ali onde a foto de entrada nos coloca ou... mais longe!
Sinceramente, agora que as pescas se têm revelado mornas, é no acto em si que se encontra muito do que é preciso para estar bem!
Os amigos corresponderam sem desanimar perante pesqueiros de nada, outros de pouco e alguns que ao fim de algum tempo, preparação e sinais diversos; acabaram por animar, acrescentando o sal do dia... aqueles peixinhos que sempre se procuram e que se vão encontrando, como esta Dourada do João Maria...
Vá de retro Satanás! Vamos sair para a pesca!
Só vejo o mar, só penso na rota, nos pesqueiros que vou testar, nos peixes que vou perseguir... tudo o resto vale pouco... ou nada!
Olho em volta, penso em quem comigo embarca, sinto as suas ideias, as suas vontades, os seus desejos de pesca... é hoje que vai entrar aquele ou, quem sabe, aqueles!? Vamos ver!?
E, se não entrar, paciência! Eles estão no mar e a nossa hora chegará mais cedo ou mais tarde!
Importa mesmo é estar ali onde a foto de entrada nos coloca ou... mais longe!
Sinceramente, agora que as pescas se têm revelado mornas, é no acto em si que se encontra muito do que é preciso para estar bem!
Os amigos corresponderam sem desanimar perante pesqueiros de nada, outros de pouco e alguns que ao fim de algum tempo, preparação e sinais diversos; acabaram por animar, acrescentando o sal do dia... aqueles peixinhos que sempre se procuram e que se vão encontrando, como esta Dourada do João Maria...
... o Sargo Veado que gostou da meia sardinha...
... a dourada do Fernando Fontes que à mistura com uma Choupa e um Parguito de dose, acabaram por abrilhantar um jantar técnico; internacional, por ter a presença do Han, um holandês que por força da boa comida portuguesa e do acolhimento alentejano, faz do Zé Beicinho a sua casa quando não está a trabalhar.
Depois, sempre aparecem outros visitantes de monta, como este Robalo tirado pelo Zé, em desespero de causa e em outra jornada pouco activa, com correria sobre pesqueiros, sinais e toques austeros.
No entanto, algo não deve deixar-se de lado!?
Os melhores exemplares tirados, quer nestes dias do passado fim de semana, quer em outras jornadas, salvo algumas excepções, tiveram por base toques mais activos que aqueles que temos sentido nos pesqueiros percorridos nestes últimos dois meses e tal. Quer com isto dizer-se o seguinte: quando os toques de um pesqueiro se tornam mais agressivos, sentindo-se melhor, sem dúvida que a pescaria acaba por dar outros frutos. Tal, verifica-se uma vez mais se analisarmos, entre outras, aquela pesca recente em que o João Martins capturou os dois Badejos e o Pargo, assim como esta última, na qual, depois de duas tentativas infrutíferas em pesqueiros diversos, uma escolha tardia de pesqueiro completamente fora de época, nos trouxe algumas alegrias que podiam ter sido até muito superiores caso tivéssemos optado mais cedo por esta solução.
Aconteceu no passado Sábado com o Raimundo, o Victor e o Pedro; quando depois de quase quatro horas gastas em dois pesqueiros profundos, se optou por um outro, mais perto de terra e característico quanto a capturas de peixe maior, tendencialmente em época mais quente.
Certo é que, assim que poitada a embarcação, logo os toques se revelaram agressivos e consequentemente indicadores de outra pesca.
Não se perdeu pela demora!
Primeiro os Sargos, depois a Dourada de perto de dois quilos que saiu ao Victor, mais tarde este Polvo que, entrando pela mão do Raimundo, mereceu o estrelato...
Os melhores exemplares tirados, quer nestes dias do passado fim de semana, quer em outras jornadas, salvo algumas excepções, tiveram por base toques mais activos que aqueles que temos sentido nos pesqueiros percorridos nestes últimos dois meses e tal. Quer com isto dizer-se o seguinte: quando os toques de um pesqueiro se tornam mais agressivos, sentindo-se melhor, sem dúvida que a pescaria acaba por dar outros frutos. Tal, verifica-se uma vez mais se analisarmos, entre outras, aquela pesca recente em que o João Martins capturou os dois Badejos e o Pargo, assim como esta última, na qual, depois de duas tentativas infrutíferas em pesqueiros diversos, uma escolha tardia de pesqueiro completamente fora de época, nos trouxe algumas alegrias que podiam ter sido até muito superiores caso tivéssemos optado mais cedo por esta solução.
Aconteceu no passado Sábado com o Raimundo, o Victor e o Pedro; quando depois de quase quatro horas gastas em dois pesqueiros profundos, se optou por um outro, mais perto de terra e característico quanto a capturas de peixe maior, tendencialmente em época mais quente.
Certo é que, assim que poitada a embarcação, logo os toques se revelaram agressivos e consequentemente indicadores de outra pesca.
Não se perdeu pela demora!
Primeiro os Sargos, depois a Dourada de perto de dois quilos que saiu ao Victor, mais tarde este Polvo que, entrando pela mão do Raimundo, mereceu o estrelato...
... e, como cereja no topo do bolo, este Pargo Dourado, de 6,700 kg que deu um trabalho danado ao Raimundo (acho que fez umas rezas enquanto o tirava, não fora o diabo tecê-las...). Bonito, não é?
Pena o vento ter entrado, a vaga aumentado e o dia estar no fim. Quem sabe o que adiante surgiria!?
Uma coisa é certa... temos de ir, estar, curtir, pescar...; eles andam lá e cabe-nos encontrá-los, desafiá-los e subi-los a bordo, se formos capazes!?
Os tempos são para mim de trabalhos, sonhar mais a pesca que de facto ir lá, ao meio do mar, procurar os "malandros". Verdade também que estas foram pescas entre pescas, pois feira de pesca também faz falta e eu, falo... falo..., mas até gosto!
A próxima entrada está para breve e será uma descrição completa da 2ª. Feira de Pesca Lúdica e Desportiva de Setúbal, pormenorizando tudo o que por lá se vai passar e esperando encontrar-me, entre outros, com muitos daqueles que me lêem e não conheço.
Não devia ter dito isto!? Quem sabe, até lá, ainda consigo ir pescar!? Na volta não me contenho e sai pescaria!? Vamos ver!?
Boa noite a todos os leitores!
