terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Boas Festas e..., outros votos.



Boas Festas para nós pescadores, parece-me pouco. Não querendo exagerar, deixo então mais alguns votos:

- Muita saúde para que a pesca não se ressinta.
- Emprego e alguma matéria disponível, daquela com que "se compram os melões", para chegarem a materiais e deslocações essenciais.
- Apoio familiar que baste para poderem pescar descansados..., não sei se me estão a entender!?
- A benevolência dos Deuses..., principalmente Éolo e Neptuno.
- Canas que não se partam, carretos e barcos que não se avariem, fios que aguentem as vossas lutas e anzóis que ferrem bem os vossos peixes.
- Os presentes mais queridos, se não for no sapatinho, que seja numa meia, numa tigela, num púcaro, num alguidar, ou noutra coisa qualquer.
- Iscas suficientes e bem escolhidas.., e tantas outras coisas que se necessitam, como por exemplo a cura para o enjoo no mar, no caso daqueles que sofrem dessa maleita.
- Amigos pescadores que vos acompanhem e falem de pesca até não haver amanhã, mesmo em tempos de sequeiro.

Fico-me mais ou menos por aqui, só não desejando que os peixes colaborem, pois os coitados não estão lá para isso, antes pelo contrário. Tal obriga-me ainda a desejar-vos que, cada vez mais e melhor, consigam contrariar a normal falta de colaboração dos nossos "interlocutores".

Finalmente, que a segurança na pesca apeada, embarcada ou com drone, seja algo que tenham sempre presente, promovendo um ano de pesca fantástico, em que, com mais ou menos peixe, tudo corra pelo melhor.

Forte abraço a todos os leitores.

3 comentários:

Antonio Pardal disse...

Boas Festas também para ti amigo Ernesto, com muita saúde e todos os outros requisitos mencionados por ti neste post.

Grande abraço
A. Pardal

Carlos Filipe disse...

Boas festas atrasadas Ernesto.
Apesar de já ter dado pessoalmente é sempre bom, há mt gente atenta ao teu blog, unicamente não comenta ou não fala por variados motivos.
Abraço.
Carlos Filipe

Ernesto Lima disse...

Obrigado Carlos.

Sem problema. Já me habituei a isso mesmo quando escrevia mais. Agora que tenho escrito menos não é de admirar.

Abraço

Ernesto